E se o inferno existisse?

Meu amigo, eu não queria fazer este post, mas depois destes 2 audios, fui impelido pela minha consciência. Peço que não os escute ainda, pois são muito chocantes para 99.9% da população humana (sem fé) que respira neste momento. Antes peço que leia o texto abaixo.

Caso queina entrar no clima de uma vez, perca alguns momentos analisando as imagens desta página. Em especial esta imagem. Depois volte aqui e siga lendo as idéias propostas, finalize escutando os audios e avaliando sua consciência sem se deixar levar pelo que o mundo tem nos dito nos últimos tempos.

Todo mundo crê

Vivemos em uma sociedade curiosa, que diz ser cética e atéia, mas que crê em tudo. Se alguém disser: vamos à Marte em 10 anos. Acreditamos. Ou ainda: a vacina acabará com a pandemia de COVID-19, ficamos rapidamente esperançosos. O homem foi à lua. Viva! Claro que foi. Mais evidente ainda nossas crenças quando alguém diz que foi feito um estudo XYZ em um país desenvolvido utilizando a metodologia [coloque aqui algo que você não entende] e chegou à conclusão que [alguma coisa interessante]. Foi um único estudo, eu nunca entrei num laboratória na vida, não participei do corpo dos cientistas lá presentes, nem compartilho de suas experiências e visões de mundo, mas pasme você meu amigo: eu acredito nos caras. Se estiver escrito em um livro e este for utilizado em uma escola então, ah! Aí é que eu acredito mesmo.

Mas isso não é culpa nossa certo? Temos que acreditar em alguma coisa! Somos seres humanos e de alguma forma, fomos feitos assim. Impossível quem não acredita em nada. Desde uma criança que come o que a mãe lhe oferece, por acreditar que aquilo é bom, até um paciente que toma o remédio que o médico recomenda, por acreditar que o remédio lhe fará bem; ou ainda o aluno que acredita no que o professor lhe ensina para ter uma profissão. Quando vamos ao supermecado e compramos leite, tomamos na crença de que não é veneno.

Podemos concluir, que uma pessoa que não acredita (fé humana, nas coisas humanas) não vive: morre, pois terá que viver sozinha sem depender de ninguém. No fim do dia só importa uma coisa: no que e em quem escolhemos acreditar.

O inferno é uma dessas coisas que nunca vimos pessoalmente. Ao menos, eu nunca vi o inferno e não conheço ninguém que tenha visto. Então sou obrigado a escolher se acredito ou não no que dizem sobre sua existência.

Acreditamos nos estudos científicos porque são feitos por autoridades competentes. Acreditamos em nossos pais pois são autoridades competentes em nos amar. Acreditamos primeiro na autoridade, depois na pessoa.

E quem é a autoridade que pode falar alguma coisa sobre o inferno? A Igreja Católica!

E é exatamente aqui que mora o grande problema: a Igreja Católica vem perdendo sua autoridade em nossas mentes e corações desde que a Revolução Francesa se propôs a colocar o homem no centro do universo e a Revolução Protestante desprezou o principal sentido de uma Igreja Universal, os sacramentos.

E agora que não temos uma autoridade sobre o assunto, em quem vamos acreditar? Resultado: a grande maioria das pessoas ou não acredita na existência do inferno, ou acredita que ele está vazio.

Mas e se o inferno realmente existisse?

Não quero fazer proselitismo religioso, pois desprezo essa ideia. Convivo bem com pessoas de diversos credos e religiões, e sinceramente, a liberdade de cada um em escolher o que deseja para sua vida é inviolável.

Com essa pergunta quero realmente sair da preguiça intelectual de simplesmente não pensar em algo extremamente importante, mas que vem sendo deixado de lado por todos, incluindo muitos que se dizem Católicos.

Afinal de contas, não é porque deixamos de acreditar em algo que ele deixa de existir, correto? E se Jesus Cristo tivesse razão, quando disse no Evangelho de São Lucas 13, 27-28: Ele, porém, vos dirá: Não sei donde sois; apartai-vos de mim todos vós que sois malfeitores. Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac, Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, e vós serdes lançados para fora.

A resposta é muito simples: se o inferno existisse, ele estaria cheio. E provavelmente, estariamos indo para lá.

Mas Marco, isso não faz sentido! O amor de Deus por nós é tão grande, como poderíamos estar indo para o inferno? Como podemos estar (quase) todos no inferno se somos pessoas tão boas, não matamos, não roubamos e coisas graves do tipo? Pode Jesus Cristo ter morrido por nós e mesmo assim o inferno estar lotado?

A resposta também é simples: Deus respeita nossa decisão final de não optarmos por Ele, Seus mandamentos e Seu Reino.

Aliás, o pecado mortal é exatamente isso: um rompimento radical com o Senhor. Quando tomamos a decisão de amar mais um pecado (inferno) do que uma virtude (céu), estamos fazendo uma escolha simples: eu quero ir para o inferno e não quero ir para o céu. Eu quero ficar com esse pecado, e não com Deus. Essa coisa ou pessoa me é mais cara que Deus. Então Deus não pode fazer nada.

Logo, o inferno estaria lotado não por falta de misericórida de Deus, que é infinita, mas pela falta de vontade das pessoas em irem para o céu.

E pasme, como estamos perdendo a vontade de ir para o céu!

Responda com sinceridade, quantas pessoas você conhece que se preocupam e se ocupam verdadeiramente, em ir para o céu? Quantas oram todos os dias? Quantas conhecem e praticam os 10 mandamentos? Quantas praticam as obras de miséricordia? Quantas crêem e vivem como se acreditassem em Jesus Cristo?

É muito difícil conhecer uma pessoa no mundo moderno que:

1 – Deixa suas coisas e crenças pessoais para obedecer tudo o que Deus diz. E para isso, perde horas ouvindo, lendo e pesquisando sobre as coisas de Deus, para conhecê-lo mais e melhor.

2 – Evita falar mal de Deus ou das coisas de Deus.

3 – Guarda o domingo, reservando esse dia para se dedicar as coisas de Deus, principalmente ir à missa e comungar.

4 – Não desonra seus pais, cuidado deles mesmo que velhos e tolerando seus defeitos com paciência

5 – Não mata as pessoas em atos e pensamento, buscando sarar e curar a todos, ao invés de desanimá-las e tirar a vida que existe nelas com atos e palavras.

6 – Não peca contra a castidade. Evita todo tipo de pornografia, masturbação, sexo fora do casamento, prática homossexual e qualquer tipo de pensamento impuro

7 – Não engana as pessoas, nem trapaceia para ganhar mais. Não cobra do próximo mais do que lhe deve.

8 – Não fofoca, não fala mal da vida dos outros, não inventa mentiras.

9 – Evita qualquer pensamento da ordem sexual com uma mulher (ou homem) que não seja a sua (o seu) esposa (marido).

10 – Não deseja ter mais, ao contrário, está feliz com o que tem, evitando querer cada vez mais e as vezes até o que o outro tem

Entende porque o inferno estaria cheio? Não é que o céu é de difícil acesso. É que simplesmente não queremos tentar.

Deus não gosta de gente sem vontade, sem fé. Sem fé, é impossível agradar a Deus.

Termino com uma pergunta: se o dono do inferno quisesse encher o inferno de forma rápida e eficiente, qual a melhor estratégia?

Ora essa é fácil: bastaria convencer as pessoas de que o inferno não existe!

Agora por favor, caso queira saber a verdade que não está sendo mais dita, escute os audios.

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